A coligação do candidato Luiz Inácio Lula da Silva entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira. A ação jurídica busca a remoção urgente de publicações falsas relacionadas ao ato político realizado no último domingo na Avenida Paulista, na capital paulista.
Acusações de desinformação na web
De acordo com o documento protocolado na Justiça eleitoral, o Partido dos Trabalhadores aponta que a campanha do candidato adversário e apoiadores espalharam conteúdo inverídico. A acusação principal afirma que registros antigos de pessoas consumindo entorpecentes foram associados de maneira fraudulenta aos participantes do evento, além de tentativas de culpar a legenda por atos de destruição e vandalismo.
Alvos da representação judicial
A petição aponta que o material enganoso foi impulsionado por figuras públicas e influenciadores digitais, acumulando pelo menos um milhão de reproduções somente na plataforma Instagram. Entre os citados na representação estão o deputado federal Nikolas Ferreira, os parlamentares eleitos Lucas Pavanato e Rony de Assis Gebrial, além do influenciador Pablo Marçal.
Cobrança de penalidades e prazos
Diante da propagação do material, a coligação requer que a Corte determine a exclusão das postagens das redes sociais no prazo máximo de 24 horas. Além disso, o documento solicita a proibição de novos compartilhamentos do mesmo teor e pede a aplicação de multas às empresas Meta e X caso ocorra descumprimento da ordem judicial.
O processo foi distribuído e ficará sob a relatoria do ministro Marco Aurélio Belizze, que será responsável por analisar os pedidos de urgência apresentados pela defesa jurídica.
Agência Brasil




