O volume do setor de serviços brasileiro apresentou uma retração de 0,1% no mês de agosto deste ano, quando comparado ao mês imediatamente anterior, de acordo com as informações reveladas em levantamento oficial.
Desempenho frente ao período pré-pandemia
Apesar do recuo mensal, o indicador oficial demonstra resiliência e permanece 19,9% acima do nível registrado em fevereiro de 2020, período anterior à crise sanitária global, ficando apenas 0,3% abaixo do recorde histórico alcançado em outubro de 2025. Na leitura anual, houve expansão de 0,6% em relação a agosto do ano passado, além de altas de 1,7% no acumulado de oito meses e de 2,2% no acumulado de 12 meses.
Comportamento dos segmentos pesquisados
Na passagem de julho para agosto, o único setor a registrar avanço no volume foi o de serviços prestados às famílias, com alta de 2,1%. Por outro lado, a área de informação e comunicação não apresentou variação no período. Os demais segmentos enfrentaram quedas: transportes recuaram 0,2%, o grupo de profissionais, administrativos e complementares também caiu 0,2%, e a categoria de outros serviços registrou retração de 1%.
Avanço expressivo no setor de turismo
Calculado separadamente dos demais segmentos, o índice de atividades turísticas apresentou um crescimento expressivo de 2,5% na passagem de julho para agosto. Este foi o segundo resultado positivo consecutivo do setor, acumulando ganhos de 5,5% no intervalo e posicionando a atividade 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020.
Agência Brasil




