O candidato da oposição à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), reiterou neste domingo (11) que manterá o reajuste do salário mínimo e o Bolsa Família, em uma eventual eleição. A declaração ocorreu durante um encontro com prefeitos e vereadores da região metropolitana de São Paulo, em um estabelecimento no centro da capital paulista, evento articulado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Propostas para a área social
Durante a reunião, o político afirmou que, caso seja eleito, pretende ir além da gestão atual no setor social. Ele defendeu que o programa de transferência de renda venha acompanhado de iniciativas para emancipação dos beneficiários, criticando o índice de aumento concedido pela administração atual. “Ninguém vai tocar em programas sociais”, garantiu o candidato.
O postulante ao Palácio do Planalto relatou perceber um cenário de forte apoio popular nas ruas e se declarou pronto para assumir o cargo máximo do Executivo federal. Em sua avaliação, o pleito atual assumiu contornos de confronto direto contra a atual gestão, apostando no contraste entre administrações para convencer o eleitorado. Na área de segurança pública, o plano de governo prevê penas mais rígidas para crimes patrimoniais específicos, estipulando que infratores condenados por furto de aparelhos telefônicos cumpram reclusão mínima de oito anos.
Economia e perspectivas políticas
No setor econômico, o presidenciável projetou uma redução expressiva na taxa básica de juros caso vença a disputa. A equipe técnica do candidato trabalha com a meta de baixar a taxa Selic entre três e quatro pontos percentuais em curto prazo, embora os mecanismos para alcançar tal patamar não tenham sido detalhados publicamente. “A partir do ano que vem, junto com vocês, o Brasil vai passar 30, 40, 50 anos sem o PT governando este País porque a gente vai fazer um governo tão f… juntos que ninguém nunca mais vai precisar olhar para a cara desses caras. O pobre não vai mais ser enganado porque a gente vai dar educação de qualidade para eles poderem discernir quando estão sendo enganados e quando não estão”, declarou.
Para o período de transição governamental, caso saia vitorioso das urnas, a articulação política prevê a aprovação célere de um pacote legislativo, aproveitando a correlação de forças favorável no Congresso Nacional. O encerramento da corrida eleitoral, segundo o planejamento da campanha, depende da manutenção da cautela política até a definição nas urnas.
Fonte: Conteúdo jornalístico original baseado em cobertura de campanha política.
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