O Google começou a limitar nesta sexta-feira (9) os recursos disponíveis para quem utiliza a versão gratuita da inteligência artificial Gemini, deixando de oferecer o acesso aos modelos Flash e Pro, que passam a ser exclusivos das assinaturas pagas.
O impacto para quem não paga nada Com a nova regra, contas pessoais sem assinatura perdem a opção de selecionar tecnologias mais avançadas para tarefas complexas, como programação e análise de dados, ficando restritas ao modelo Flash-Lite, uma versão mais leve focada em respostas rápidas e demandas cotidianas, enquanto perguntas, redação de textos e outras funções compatíveis continuam funcionando normalmente.
Mudanças no plano mais barato A reformulação também atinge o Google AI Plus, pacote comercializado por R$ 24,99 mensais no Brasil, cujos assinantes perdem o acesso ao modelo Pro, embora mantenham o direito de utilizar o Flash e o Flash-Lite, com a restrição chegando de forma gradual e sendo comunicada previamente por e-mail pela empresa.
Valores e novas opções de planos Para manter o acesso às ferramentas mais avançadas, os usuários precisarão investir em pacotes superiores, sendo necessário assinar pelo menos o Google AI Plus para o modelo Flash, enquanto o Pro fica restrito às modalidades Google AI Pro (R$ 96,99 por mês) e Google AI Ultra (a partir de R$ 779,90 mensais).
Novos níveis de processamento e recursos Além da reestruturação dos planos, o Google introduziu três níveis de esforço de raciocínio — baixo, médio e alto — para ajustar o processamento da IA, embora configurações mais exigentes esgotem os limites de uso com maior rapidez, enquanto a ferramenta de raciocínio avançado Deep Think, antes exclusiva do plano AI Ultra, passa a integrar também a assinatura AI Pro.
Fonte e Crédito de Imagens: Portal Canal Tech *repostasto afim de propagar a informação, sem fins comerciais




