O treinador da seleção do Benin, Gernot Rohr, manifestou insatisfação com a conduta da equipe da Argentina e com o esquema de segurança do estádio Monumental de Núñez, localizado em Buenos Aires. O confronto ocorreu na terça-feira e serviu como a despedida de Lionel Messi da seleção albiceleste.
Em declarações concedidas à emissora de rádio francesa RMC Sport, o comandante alemão expressou frustração devido aos obstáculos enfrentados por seus comandados na tentativa de obter recordações do confronto histórico.
O momento histórico e a repercussão Apesar das restrições encontradas após a derrota por 3 a 0, Rohr reconheceu a relevância do evento para o grupo africano.
— Estamos muito felizes por fazer parte da história, especialmente por se tratar de uma lenda do futebol como Lionel Messi. Estar neste jogo no Monumental foi uma aventura extraordinária para os meus jovens jogadores. O único ponto negativo foi que os argentinos não deram nada aos nossos jogadores. Nem mesmo uma foto com o Messi.
Frustração com troca de camisas O comandante também comentou que a partida representou um aprendizado valioso, tendo conseguido inclusive um autógrafo do técnico rival, Lionel Scaloni, cerca de trinta minutos após o término do duelo. No entanto, os atletas do Benin não obtiveram o mesmo êxito com os jogadores adversários.
— Queríamos trocar camisas, mas não conseguimos nenhuma. Não nos deixaram nem entrar no corredor dos jogadores deles. A segurança estava barrando todos. Meus jogadores estavam com suas camisas (nas mãos) tentando trocar com os jogadores argentinos. Tentamos de tudo, mas foi em vão. Consegui dar minha camisa do Messi de 2018 para o técnico. Ele me pediu para autografá-la e depois me devolveu. Esperei meia hora, mas não foi nada demais.
O encerramento da jornada em solo argentino evidenciou o contraste entre a grandiosidade da homenagem a Messi e as barreiras logísticas e de segurança relatadas pela delegação visitante.
Fonte: Portal Extra




