O mercado de desenvolvimento de software acaba de ganhar uma novidade surpreendente com a revelação do Playground, um experimento recente da gigante tecnológica voltado para a criação veloz de títulos interativos utilizando inteligência artificial, dispensando qualquer experiência anterior com programação. Os títulos gerados podem ser distribuídos publicamente e passam a integrar um diretório dedicado exclusivamente a obras concebidas por algoritmos.
Como funciona a criação de games por inteligência artificial Embora seja frequente solicitar que chatbots elaborem entretenimento digital, os resultados costumam lembrar rascunhos em vez de softwares completos. O projeto dentro da plataforma pode sofrer alterações a qualquer momento, mas a edição final fica aberta para o público geral jogar, sendo restrita inicialmente a moradores dos Estados Unidos maiores de 18 anos.
Acessibilidade e recursos multiplataforma A companhia enfatiza que os títulos rodam perfeitamente em computadores e smartphones, contando com compatibilidade para partidas com múltiplos jogadores e tabelas globais para que a comunidade dispute as melhores pontuações.
Estilos visuais e categorias disponíveis O catálogo remete aos clássicos jogos em Flash que fizeram sucesso na internet, concentrando-se em produções bidimensionais com grande apelo visual retrô e estética de 16 bits.
Entre os gêneros de maior sucesso no sistema destacam-se opções de corrida, combate, defesa de torres e perguntas e respostas. Todo o processo criativo demanda apenas instruções em texto, cabendo ao sistema automatizar a programação enquanto o autor orienta a temática e a direção artística.
O futuro com motores gráficos avançados Como parte de sua estratégia de expansão, a corporação confirmou uma aliança com o motor gráfico Unity Spark para incorporar a tecnologia futuramente, o que trará mecânicas de gameplay mais robustas e compatibilidade com gráficos tridimensionais.
Fonte: Portal Canal Tech




