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Home Gazeta do Povo

Monark, o pré-julgamento e o fantasma da Escola de Base

Cristiane Arruda Por Cristiane Arruda
57 minutos Atrás
Por Gazeta do Povo
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Monark é banido em outras redes dias depois de perder Youtube

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A notícia de que o influenciador Bruno Aiub, mais conhecido como Monark, conseguiu liberar sua conta no X na semana passada jogou novamente os holofotes sobre o seu caso – um dos mais emblemáticos dos tempos sombrios vividos hoje pelo país.

Obtida com o apoio da Free Speech Union Brasil, entidade vinculada a uma rede internacional de defesa da liberdade de expressão, a liberação do perfil de Monark foi uma conquista e tanto, ao lhe restituir, em parte, o seu direito de manifestar suas ideias e opiniões nas redes sociais e fora delas.

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Mas as circunstâncias em que ocorreu seu bloqueio no X, junto com os de suas contas no Instagram e no YouTube, das quais ele continua banido, mostram que o aparato de repressão do regime – estruturado a partir da instauração do famigerado inquérito das fake news, em 2019 – continua em plena atividade, ainda que sob novo formato.

Antes imposta diretamente pelo STF (Supremo Tribunal Federal), por meio de ordens sigilosas para remoção de conteúdo considerados “impróprios”, a censura foi “terceirizada” às próprias plataformas, desde que a instituição atropelou o Congresso e enterrou o Marco Civil da Internet, aprovado pelos parlamentares em 2014.

Guardadas as devidas proporções, o caso de Monark é a Escola de Base – que foi considerado por muitos acadêmicos, juristas e profissionais de imprensa como um dos maiores, talvez o maior, erro da história do jornalismo brasileiro – na era digital

Agora, cabe a elas mesmas monitorar e remover de forma preventiva a publicação de conteúdos enquadrados como “atos antidemocráticos”, “terrorismo” ou “crimes contra o Estado”, sob pena de serem responsabilizadas judicialmente por eventuais “negligências”.

Oficialmente, nos casos do YouTube e do Instagram, as contas de Monark foram bloqueadas sob a alegação de desrespeito às suas “normas de conduta”, que proíbem usuários reincidentes, que já tiveram canais encerrados de abrir novas páginas e perfis, como é o seu caso. No X, ao que se sabe, o bloqueio – já revertido – foi realizado sem maiores explicações.

Por estranha coincidência, porém, a retirada das contas de Monark do ar se deu logo em seguida à decisão do ministro Alexandre de Moraes de estender por 60 dias sua investigação pela Polícia Federal. Anunciada no fim de abril, por suposto descumprimento de suas ordens, a determinação só confirma, para quem ainda tinha alguma dúvida sobre isso, a “normalização” da censura hoje no país.

Embora o processo mais conhecido contra Monark esteja relacionado a uma suposta “apologia ao nazismo” feita em fevereiro de 2022, num debate com a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) no Flow Podcast, do qual foi cofundador e principal apresentador, ele também é alvo do tal inquérito das milícias digitais, do qual Xandão é o relator.

Incluído no inquérito em janeiro de 2023, por criticar as urnas eletrônicas e

por suposto incentivo aos atos antidemocráticos, Monark já havia perdido suas contas nas redes na época. Depois, em fevereiro de 2025, por decisão do próprio Moraes, elas foram desbloqueadas, ainda que ele tenha mantido o bloqueio à monetização de seus podcasts. O ministro estabeleceu também uma multa diária de R$ 15 mil caso o influenciador voltasse a publicar o que ele considera como “fake news” sobre o sistema eleitoral, além de uma multa de R$ 10 mil por dia para a plataforma que hospedasse a publicação.

No entanto, justamente quando Xandão prorrogou o prazo para a PF apurar a acusação de que Monark manteve o mesmo discurso e usou canais alternativos e brechas do Spotify para contornar os bloqueios de monetização, suas contas nas redes foram novamente bloqueadas, desta vez aparentemente por decisão das próprias plataformas, o que, em tese, tira o peso da medida das costas do STF, mas não muda a essência do ato.

Perseguição judicial

O novo bloqueio das contas de Monark representa, de qualquer forma, apenas a ponta do iceberg da perseguição judicial que o fatídico episódio do Flow desencadeou contra ele. Qualquer um que assistisse ao vídeo despido de preconceitos veria que Monark, em momento algum, fez a apologia ao nazismo que lhe atribuíram. Ao contrário. Manifestou-se claramente contra a essa ideologia odiosa, embora tenha se perdido numa defesa filosófica – e talvez ingênua – sobre os limites da liberdade de expressão numa democracia.

O que ele fez, no contexto de uma discussão sobre a liberdade de expressão, foi defender a ideia – contestada por Tabata Amaral – de que os apoiadores do nazismo deveriam ter o direito de expressar suas convicções livremente, num regime democrático.

Repetindo as palavras do cientista político Fernando Schüler ao comentar a questão, eu particularmente nem concordo com a posição de Monark. Assim como questiono o direito de quem quer se valer da democracia para defender a implantação da ditadura do proletariado no país. E, para falar a verdade, também nunca acompanhei seus vídeos. Mas acredito que ele tem o direito de defender o que pensa a respeito do assunto. E, mais que isso, de não ser injustamente demonizado ou processado por algo que não disse, levando-o a perder sua empresa, seu trabalho, o direito de estar nas plataformas e sua reputação. Mesmo hoje, passados mais de quatro anos, ele continua impedido de retomar plenamente sua atuação profissional.

Recentemente, o Ministério Público de São Paulo, que havia aberto uma ação contra Monark por “apologia ao nazismo”, finalmente reconheceu que não foi isso que aconteceu e pediu seu arquivamento. Mas o promotor que assinou o pedido acabou removido do cargo, por razões ainda não esclarecidas, e seu substituto pediu a desconsideração da desistência. Voltou a requerer sua condenação em R$ 4 milhões por suas falas no Flow – uma medida considerada de “legalidade questionável” por sua defesa e que impulsiona a suspeita de que houve interferência superior para manter Monark no banco dos réus.

O caso, incensado por Tabata, que saiu dizendo por aí na ocasião que as declarações de Monark não eram apenas “opiniões rasas”, mas falas perigosas que feriam a dignidade humana, ainda deve render muita discussão na Justiça. Agora, é preciso dizer, ele dificilmente teria chegado ao ponto em que chegou se não tivesse contado com o apoio de boa parte da chamada “imprensa profissional”, que encampou a visão inicial do Ministério Público e da turba digital sem qualquer filtro, abandonando completamente a presunção de inocência de Monark.

Seu caso ilustra com perfeição a tendência de setores da mídia de propagar  as versões do MP como se a instituição tivesse uma espécie de álibi moral que transformasse suas acusações em verdades absolutas. Sem levar em conta que, como outros órgãos do país, o MP foi aparelhado pela esquerda nas últimas décadas e muitas vezes atua em parceria com jornalistas “amigos”, para vilanizar cidadãos de bem antes de eles serem considerados culpados (ou não) pela Justiça.

VEJA TAMBÉM:

  • Bessias, o “Ministério da Verdade” e a institucionalização da censura

Era digital

Guardadas as devidas proporções, o caso de Monark é a Escola de Base – que foi considerado por muitos acadêmicos, juristas e profissionais de imprensa como um dos maiores, talvez o maior, erro da história do jornalismo brasileiro – na era digital.

Na época, os donos da escola, a coordenadora e um motorista foram acusados por duas mães – injustamente, como se comprovou depois – de abusar sexualmente de crianças de quatro anos nas dependências escolares. As acusações, propagadas pela polícia como fato consumado, foram assumidas e reproduzidas por grandes veículos de comunicação antes de qualquer perícia ou prova robusta.

Os títulos chamavam o colégio de “escola de sexo” e os acusados eram tratados como monstros. Resultado: a escola foi depredada e saqueada, os envolvidos eram ameaçados de morte e tiveram de se esconder. Perderam tudo: patrimônio, saúde, reputação. No fim, os donos da escola ganharam indenizações milionárias do Estado e de veículos de imprensa, mas os estragos eram irreparáveis. Um dos donos da escola morreu de problemas de saúde, agravados pelo estresse e pela depressão, antes mesmo de receber parte do dinheiro.

Ao se investir no papel de justiceiros sociais, muitos jornalistas e veículos de comunicação respeitados acabam dando margem a linchamentos do gênero – e com Monark não foi diferente. Em tempos de campanha eleitoral, como a que se aproxima, nas quais os interesses políticos frequentemente se sobrepõem ao que diz a letra fria da lei, é preciso mais do que nunca ter um pé atrás com acusações que estão por se provar, antes de turbinar o cancelamento e o indiciamento alheios. Ainda mais quando a prova em favor da vítima está lá, gravada em vídeo, disponível para quem quiser ver, como no caso de Monark.

Créditos Gazeta do Povo
*conteúdo reproduzido para propagação da informação. Todos os direitos de imagem, conteúdo, texto e pesquisa são pertencentes a Gazeta do Povo. Caso queria que seja encerrado a publicação, envie email para jornalismo@novafm96.com.br para retirar do ar.



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