O PSDB optou por não oficializar aliança com nenhum dos concorrentes ao Palácio do Planalto no segundo turno da corrida presidencial e garantiu liberdade aos seus filiados para seguirem a preferência que julgarem conveniente na disputa. A deliberação foi divulgada nesta quinta-feira, 8, pelo dirigente máximo da sigla, Aécio Neves.
Divisão nos diretórios estaduais
Segundo o líder partidário, as instâncias regionais do partido apresentaram divisões internas. A maior parte das representações oscilou entre a neutralidade e o respaldo a Flávio Bolsonaro (PL), ao passo que um grupo reduzido declarou preferência pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Posicionamento oficial da legenda
“O PSDB, após consultar seus diretórios em todo o país e constatar que a maioria deles se divide entre a neutralidade e o apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais, enquanto uma pequena minoria se manifesta pelo apoio ao presidente Lula, decide, ouvida a Executiva Nacional, pela liberação dos seus membros para se manifestarem da forma que considerarem mais adequada nesse segundo turno”, afirmou o presidente nacional do partido.
Defesa da ordem democrática
Durante o anúncio da resolução tomada pela Executiva Nacional, a liderança tucana fez questão de enfatizar a trajetória e os valores democráticos da sigla perante o cenário político nacional.
“O PSDB reafirma seu compromisso com a democracia e espera que o presidente eleito possa liderar o Brasil no caminho da prosperidade, da justiça e da pacificação nacional”, finalizou.
Fonte: Portal Info Money




