As nações do G7 realizam uma reunião de emergência nesta segunda-feira para conter os reflexos econômicos da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, que levou o barril do petróleo a ultrapassar os US$ 100. O encontro, que contará com ministros das finanças como a britânica Rachel Reeves, focará na possível liberação coordenada de reservas da Agência Internacional de Energia (AIE) após ataques aéreos atingirem instalações em Teerã e campos na Arábia Saudita.
O pânico nos mercados globais é alimentado pela paralisia no Estreito de Ormuz, rota por onde passa 20% do suprimento mundial de óleo, gerando quedas acentuadas em índices como o FTSE 100 e o Nikkei 225. Com o Brent atingindo picos de US$ 119, a ameaça inflacionária coloca em xeque o corte de taxas de juros pelos bancos centrais, enquanto líderes como Donald Trump minimizam a volatilidade como um custo necessário pela segurança regional. A interrupção prolongada no fornecimento e os danos à infraestrutura energética do Golfo intensificam o temor de uma “destruição da demanda” caso os preços atinjam o patamar de US$ 150 por barril.



















