O Governo de Mato Grosso do Sul intensificou as ações de enfrentamento às arboviroses, com foco na chikungunya, diante do aumento de casos na região da Grande Dourados. A estratégia coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde inclui a abertura de 15 leitos para casos moderados e graves, além do reforço no atendimento e fornecimento de medicamentos. O Estado também articula junto ao Ministério da Saúde a inclusão na estratégia piloto de vacinação contra a doença, com preparação das equipes.
As medidas envolvem monitoramento diário por meio da Sala de Situação, com possibilidade de ativação do Centro de Operações de Emergência, além do fortalecimento do diagnóstico laboratorial com apoio do Lacen. No controle vetorial, há envio de equipamentos como bombas costais e fumacê, instalação de estações de larvicidas e ações em campo. A atuação prioriza territórios indígenas, com capacitação de agentes e presença contínua nas comunidades. A resposta integra órgãos estaduais, municipais e federais para conter a transmissão e garantir assistência adequada.
MILTON DE SÁ, de CAMPO GRANDE(MS)
Tem uma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta? Entre em contato com a equipe de jornalismo da Nova FM 96.1 pelo WhatsApp (67) 98111-7869. A identidade do informante é mantida em sigilo, conforme garantia prevista no artigo 5º, inciso XIV, da Constituição Federal.
O Governo de Mato Grosso do Sul intensificou as ações de enfrentamento às arboviroses, com foco na chikungunya, diante do aumento de casos na região da Grande Dourados. A estratégia coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde inclui a abertura de 15 leitos para casos moderados e graves, além do reforço no atendimento e fornecimento de medicamentos. O Estado também articula junto ao Ministério da Saúde a inclusão na estratégia piloto de vacinação contra a doença, com preparação das equipes.
As medidas envolvem monitoramento diário por meio da Sala de Situação, com possibilidade de ativação do Centro de Operações de Emergência, além do fortalecimento do diagnóstico laboratorial com apoio do Lacen. No controle vetorial, há envio de equipamentos como bombas costais e fumacê, instalação de estações de larvicidas e ações em campo. A atuação prioriza territórios indígenas, com capacitação de agentes e presença contínua nas comunidades. A resposta integra órgãos estaduais, municipais e federais para conter a transmissão e garantir assistência adequada.
MILTON DE SÁ, de CAMPO GRANDE(MS)
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