O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) divulgou um novo relatório detalhando a investigação comercial em andamento contra o Brasil. O documento aponta uma série de práticas consideradas desleais na relação entre os dois países. Segundo a Casa Branca, o mercado brasileiro impõe cobranças relativamente altas sobre as importações em diversos setores estratégicos. Isso estaria afetando diretamente a entrada de automóveis, peças automotivas, eletrônicos, aço e vestuário.
A apuração norte-americana também fez críticas expressas ao sistema de pagamentos Pix e ao intenso comércio de falsificações na região da 25 de Março. Além disso, o texto destaca que as taxas consolidadas do Brasil superam frequentemente os valores aplicados na prática. Os exportadores dos EUA têm enfrentado uma incerteza significativa nas negociações, com o governo brasileiro modificando as tarifas aduaneiras constantemente. O país estaria utilizando as flexibilidades previstas nas regras do Mercosul.
Casa Branca monitora ações do governo e da Justiça no Brasil
O Departamento de Estado americano revelou que acompanha com “sérias preocupações” as recentes decisões judiciais e do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em nota enviada ao portal Metrópoles, o órgão destacou que essas medidas restringem a liberdade de expressão no Brasil. De acordo com o posicionamento, a Casa Branca monitora supostas ações da atual gestão para suprimir críticos, além de observar ordens da Justiça que afetam diretamente a manifestação de usuários nas redes sociais.
A declaração diplomática ocorreu logo após a divulgação de um novo relatório elaborado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA. O documento internacional acusa o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de praticar censura. Segundo os parlamentares norte-americanos, o magistrado emitiu diversas ordens forçando as empresas de tecnologia a retirarem publicações e banirem contas específicas das plataformas digitais.
Carlos Bolsonaro: “o pai é um homem inacreditavelmente forte”
Nesta quarta-feira (1º), Carlos Bolsonaro utilizou a rede social X (antigo Twitter) para detalhar sua visita ao pai, Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre pena em regime domiciliar. Segundo a publicação, seu quadro de saúde gera forte preocupação, já que ele continua enfrentando “crises de soluços intermináveis e ininterruptas”. O relato aponta que o estado físico de Bolsonaro se deteriora rapidamente devido às comorbidades e ao cerceamento de liberdade. Apesar disso, o filho ressaltou que encontrou o pai “inacreditavelmente forte, resiliente e participativo”. Carlos garantiu que a sua máquina não parou e que ele “jamais se entregará”.
A postagem também trouxe duras críticas à sentença judicial e às medidas restritivas impostas ao capitão reformado do Exército. Carlos classificou a atual condição como uma “situação menos pior do que uma prisão”, defendendo que o pai não cometeu qualquer crime que justifique a condenação de 27 anos e 3 meses. Além disso, houve uma queixa expressa sobre o tempo limitado de convívio familiar. De acordo com o desabafo, as regras da Justiça determinam que as visitas dos filhos ocorram apenas por duas horas, às quartas e sábados, obrigando a família a dividir esse curto período entre os irmãos.
Veja os destaques do Café com a Gazeta do Povo desta quinta-feira (02)
- SEM BASE, LULA DIZ QUE SENADORES SE SENTEM DEUSES E ATRAPALHAM;
- FACHIN IRRITA ALA DO STF APÓS EXPOR ERROS DE JUÍZES E DILEMAS;
- FIM DA CPMI DO INSS EXPÕE TRAVA A INVESTIGAÇÕES NO CONGRESSO;
- ESTADOS QUE NÃO ADERIREM A ACORDO TERÃO DIESEL MAIS CARO, DIZ GOVERNO.
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