Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda não apresentou seu voto no julgamento sobre a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Embora o prazo regimental termine nesta sexta-feira, 20, o ministro tem optado por elaborar um voto dogmático, priorizando a profundidade da argumentação em vez da celeridade do processo. Segundo fontes do STF, Mendes deve abordar a contemporaneidade dos fatos, a aplicabilidade de medidas cautelares e a destruição de interceptações telefônicas irrelevantes, incluindo diálogos privados vazados com conotação sexual.
O decano também pode tecer críticas à Polícia Federal e ao tratamento de investigados. A estratégia do voto indica recado à Corte e à PF, enquanto o julgamento já registra maioria para manter Vorcaro preso, com três votos favoráveis. Mendes deve decidir nos próximos dias, definindo o desfecho do caso Master e o tom de seu posicionamento institucional.
Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda não apresentou seu voto no julgamento sobre a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Embora o prazo regimental termine nesta sexta-feira, 20, o ministro tem optado por elaborar um voto dogmático, priorizando a profundidade da argumentação em vez da celeridade do processo. Segundo fontes do STF, Mendes deve abordar a contemporaneidade dos fatos, a aplicabilidade de medidas cautelares e a destruição de interceptações telefônicas irrelevantes, incluindo diálogos privados vazados com conotação sexual.
O decano também pode tecer críticas à Polícia Federal e ao tratamento de investigados. A estratégia do voto indica recado à Corte e à PF, enquanto o julgamento já registra maioria para manter Vorcaro preso, com três votos favoráveis. Mendes deve decidir nos próximos dias, definindo o desfecho do caso Master e o tom de seu posicionamento institucional.



















