O Brasil está sendo comandado por psicopatas cujos principais objetivos são sugar as forças vitais da sociedade e destruir o país para reinar sobre os escombros.
A tirania Moraes-Lula se rege inteiramente pela mentalidade revolucionária, ou seja, pela ideia de que é necessário promover a transformação radical da sociedade e da própria natureza humana mediante a concentração de poder político nas mãos de uma casta de criminosos. Contra esses inimigos, ou usamos a inteligência, ou seremos aniquilados.
A única maneira de vencer a ditadura dos bandidos é seguir a máxima do filósofo e historiador Paulo Mercadante: “Não parar, não precipitar, não retroceder”, complementada pela assertiva do professor Olavo de Carvalho: “Quem dura mais, vence”.
Por isso, fiquei muito feliz quando o deputado federal Nikolas Ferreira, idealizador do movimento Acorda, Brasil, citou as frases desses dois grandes homens de nosso país durante a manifestação deste domingo (1/3) na Avenida Paulista.
De 2013 para cá, participei de inúmeras manifestações de rua promovidas pela direita. Ontem estive na Paulista e, pela primeira vez em muitos anos — talvez desde as eleições de 2018 —, vislumbrei a possibilidade de uma frente unida para derrotar a esquerda.
O que se viu ontem na Paulista, além da participação de figuras como Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Silas Malafaia e Ricardo Nunes (o governador Tarcísio estava em viagem) e de uma surpreendente fala de apoio de Eduardo Bolsonaro (por videochamada), foi uma espécie de divisão de tarefas entre os dois principais nomes da direita na atualidade: o pré-candidato Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira.
No caminhão de som, Flávio foi quase um diplomata. Centrou suas críticas em Lula e nas injustiças cometidas pelo regime, embora sem confrontar diretamente o Supremo Soviete e se abstendo de citar nomes. Ao mesmo tempo, ressaltou o vínculo com o pai e a indignação pela injustiça praticada contra o ex-presidente e seus apoiadores. Selecionei algumas frases do filho de Jair:
“Censuraram nossas redes sociais, mandaram a Polícia Federal à casa de pessoas inocentes, botaram tornozeleira eletrônica na perna de pessoas humildes e prenderam pessoas que nunca cometeram crimes.”
“Todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro do Supremo que descumpra a lei. E isso só não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado.”
“Os demônios se sentiram incomodados com Deus caminhando com os brasileiros de Minas Gerais até Brasília. Isso tudo nos dá muito orgulho e muito mais força.”
“Em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro. Brasil acima de tudo!”
Nikolas, por outro lado, ofereceu o contraponto. Ele é o agitador das massas, cavalgando a sua indignação sem pedir licença para dizer as verdades mais amargas sobre os donos do poder:
“Não falta dinheiro em Brasília. Falta vergonha na cara. Falta caráter. Falta homem de verdade para poder tocar este país.”
“Lula, seu bandido, nós vamos derrubar o veto da dosimetria!”
“O destino final de Alexandre de Moraes não é o impeachment: é a cadeia.”
“Moraes, eu espero que você não fuja da justiça dos homens. Mas da justiça divina você não fugirá. Você pode ter certeza disso.”
“Essa geração será lembrada como a geração que não se curvou, que não parou, que não se prostrou diante de tiranos.”
É urgente livrar o país da casta criminosa que está no poder. Para tanto, é preciso construir a união das forças conservadoras (sem esquecer que união não é sinônimo de unanimidade nem de subserviência). Se a direita brasileira agir com inteligência e superar a VICA — vaidade, inveja, ciúme e arrogância —, as vozes de Flávio e Nikolas podem indicar alguma esperança de vencer o Regime PT-STF não apenas nas próximas eleições, mas nas próximas gerações.
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