A desaprovação do presidente Lula (PT) cresce à medida que as eleições de outubro se aproximam. O petista é desaprovado por 61% dos brasileiros, segundo levantamento do PoderData, o pior desempenho nos últimos dois anos. E, para uma ala do governo, a explicação pode estar em outro poder da República: o Supremo Tribunal Federal (STF).
Cresce a expecativa de que, na campanha à reeleição, o petista possa abraçar a defesa de uma ampla Reforma do Judiciário. O assunto vem sendo abordado nos debates internos pelo presidente da sigla, Edinho Silva, e já foi tratado, inclusive, em uma recente resolução da legenda. É o fim do longo casamento entre Executivo e Judiciário?
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta quarta-feira (25). Hoje participam do programa o ex-procurador Deltan Dallagnol, o escritor Francisco Escorsim e a advogada Fabiana Barroso.
Misoginia é equiparada ao racismo
O programa também irá abordar o projeto de lei, aprovado pelo Senado Federal nesta nesta terça-feira (24), que equipara a misoginia, que consiste na manifestação de ódio ou aversão a mulheres, ao crime de racismo. Aprovado por unanimidade, com 67 votos favoráveis, o texto vai seguir para análise na Câmara dos Deputados.
A prisão domiciliar de Bolsonaro
Outro tema do programa serão as rígidas regras, determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, para a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O juiz proibiu qualquer visita que não seja de familiares próximos, advogados e médicos. Ainda, entre as demais limitações, está o uso de tornozeleira eletrônica com monitoramento no perímetro da residência de Bolsonaro na capital federal.
STF julga prorrogação de CPMI do INSS
Os convidados vão falar a respeito dos próximos passos da decisão do ministro André Mendonça, que determinou a prorrogação da CPMI do INSS. A liminar do ministro ainda precisará ser referendada pelos demais ministros da Corte e poderá, em breve, colocar os magistrados em conflito.
Delações premiadas no caso Master
Ainda, o programa vai abordar os possíveis acordos de delação premiada no caso do Banco Master. Depois que o banqueiro Daniel Vorcaro iniciou as tratativas para delação, outros envolvidos nas fraudes podem também delatar. Vários deles, inclusive, estão com o mesmo advogado, como João Mansur, da Reag Investimentos.
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