Policiais civis da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima realizaram a prisão de um casal suspeito de integrar uma rede de exploração e abuso sexual de menores neste sábado. As investigações apontam que o homem atuava como funcionário de uma rede de ensino pública na Zona Sudoeste carioca e exercia a função de líder na organização criminosa.
Investigação e modus operandi O esquema utilizava plataformas de mensagens para negociar vítimas de ambos os sexos em troca de dinheiro, aparelhos celulares e patrocínio para eventos festivos. A polícia identificou que o grupo criminoso promovia encontros nos quais os abusos sexuais aconteciam, havendo registros de casos extremamente graves envolvendo até mesmo bebês de apenas cinco meses de idade.
Atuação dos suspeitos e desdobramentos Enquanto o suposto chefe do esquema foi detido no bairro da Gávea, situado na Zona Sul da capital fluminense, a mulher foi localizada e presa no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
— As investigações apontam que as próprias mães realizavam a comercialização de suas filhas. Há uma nova vertente da investigação que indica que havia festas em que essas adolescentes e crianças eram expostas ao ambiente com homens bem mais velhos e eles poderiam escolher com que gostaria de se relacionar — disse a delegada Maria Luiza Machado ao Bom Dia Rio, da TV Globo.
Fases da operação policial Esta ação integra a segunda etapa de uma operação que teve início com a mira voltada a um advogado e acabou revelando uma rede criminosa complexa. As autoridades também apuram a suspeita de que mães entregavam as próprias filhas para fins de exploração comercial e prostituição.
Conclusão do caso Após a captura, os suspeitos foram encaminhados para a sede especializada e vão responder criminalmente por estupro de vulnerável, facilitação à prostituição e fabricação de pornografia infantil, enquanto a polícia segue em busca de novos envolvidos.
Fonte: Polícia Civil do Rio de Janeiro / TV Globo Crédito de imagens e vídeos: Reprodução / Banco de imagens
Fonte e Crédito de Imagens: Portal Extra *repostado afim de propagar a informação, sem fins comerciais




