Mato Grosso do Sul enfrenta um cenário de forte avanço da chikungunya e se mantém na liderança nacional de casos da doença. O estado vive o pico da epidemia em 2026 e já registra cerca de 7,5 mil casos entre confirmados e suspeitos, número que representa mais da metade de todos os registros de 2025. A Secretaria de Estado de Saúde aguarda o envio de novas doses de vacina pelo Ministério da Saúde para ampliar a cobertura de imunização, enquanto municípios como Itaporã e Dourados já iniciaram a aplicação das doses disponíveis.
O secretário Maurício Simões afirma que a pasta trabalha na capacitação das equipes e acredita que o pior da curva de crescimento pode ter passado, embora o cenário ainda seja de alerta. O estado já contabiliza 13 mortes neste ano, com predominância entre idosos e crianças, e concentra a maior incidência da doença no país. O avanço rápido da chikungunya também gera preocupação no setor agropecuário, já que impacta trabalhadores rurais e a rotina no campo, especialmente em regiões com maior circulação do mosquito transmissor. Apesar do crescimento dos casos, a orientação das autoridades é de manter a vigilância e buscar atendimento médico diante de sintomas para diagnóstico e tratamento adequados pelo SUS.
MILTON DE SÁ, de CAMPO GRANDE(MS)
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