Os staffs pré-eleitorais do presidente Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) – que devem polarizar a disputa presidencial deste ano – já levantam “as capivaras” de cada um (termo usado no bordão jornalístico e policial).
De acordo com fontes dos dois lados ouvidos pela Coluna, o que Lula pode levar contra Flávio nos debates na mídia: o famigerado caso da rachadinha salarial na Alerj – da qual o senador já foi inocentado – o operador Queiroz, o empréstimo generoso no BRB para comprar mansão em Brasília, mas, principalmente, Lula deve tentar colar nele a imagem do pai ex-presidente, ou seja, Flávio seria o Jair Bolsonaro 2.0.
Já Flávio tem artilharia de sobra, também: as gafes de Lula na política internacional, que afastaram alguns países importantes como Israel; os Correios quebrado e aparelhado por um grupo de advogados do Lula Livre; os déficits bilionários das estatais, repleta de ministros nos conselhos.
Tem também o resgate de Nadine Heredia com jatinho da FAB no Peru, evitando a prisão da condenada no país vizinho, um afronta à Justiça de outro país. E o escândalo do INSS, com cerco da PF ao irmão e ao filho do presidente, ainda sob investigações.
Ainda falta um vice
Flávio está atrás de um vice para a chapa. E apesar de apostas em nomes para todo lado, nada está definido ainda por quem manda muito, o chefão do PL, Valdemar da Costa Neto. O presidenciável avalia Caiado – que não quer – e Romeu Zema, que quer muito. Uma mulher forte e do Nordeste não apareceu ainda na lista. E a senadora Teresa Cristina para o PL não traz voto, nem o feminino – apenas o agro.
Senta e trabalha
Enquanto Lula da Silva rodar o país em campanha, o vice Geraldo Alckmin (PSB) vai fazer política quieto. A partir de agosto até novembro é ele quem mandará no Brasil. Ficará em interface direta com a Casa Civil do Palácio e vai receber ministros – no Jaburu e no Anexo. Nunca ocupará o gabinete presidencial. Alckmin vai deixar o homem correr atrás de votos Brasil adentro. É o trato da dupla.
Pablo Marçal nas redes
Inelegível por decisão do TRE de São Paulo, Pablo Marçal – que deixou o PRTB pelo União Brasil – trocou de planos e quer disputar para governador ou o Senado. Ele acredita que o TSE reverte a decisão do tribunal paulista. Seu projeto está totalmente focado nas redes sociais.
Bancada negra
Está parada em “regime de urgência” no plenário da Câmara, desde fevereiro, o Projeto de Resolução da Câmara 1/2026, de autoria da federal Talíria Petrone (PSOL-RJ). Apensado ao PRC 80/2025, ele cria a Coordenação da Bancada Negra, que será eleita entre os pares. O deputado federal Antônio Brito (PSD-BA) tentou dar a celeridade. A conferir.
Global Pet Expo
Empresários brasileiros do setor prestigiaram, no fim de março, a Global Pet Expo, em Orlando (EUA) – a maior feira do mundo para o segmento. Patrocinada pela Purina (Nestlé), a feira mostrou tendências de pet food e pet care. E registrou uma entrada forte de chineses na exposição de boxes e startups. No Brasil, o setor cresce dois dígitos por ano e aumenta a representatividade na fatia do PIB nacional.
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