Pela primeira vez desde a redemocratização, o PT não terá um candidato próprio ao governo do Rio Grande do Sul. A direção nacional decidiu intervir na articulação da executiva estadual, que pretendia lançar o ex-deputado estadual Edegar Pretto, e firmou apoio à pré-candidatura da ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT), neta do fundador do PDT e ex-governador do Rio de Janeiro Leonel Brizola.
Nesta quinta-feira (9), Pretto anunciou que acataria a decisão da cúpula e desistiu de disputar o Palácio Piratini. A decisão em questão foi divulgada na terça-feira (7) por meio de uma resolução. O Grupo de Trabalho Eleitoral justificou-a dizendo que a aliança com o PDT é “fundamental na consolidação do campo democrático brasileiro”.
Preterido pela cúpula, Edegar Pretto pode ser vice na chapa
Agora, Pretto é cotado para ser o vice na chapa. Para o Senado, a esquerda deve contar com o deputado federal Paulo Pimenta (PT) e com a ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PSOL). Eles devem enfrentar nomes como o do deputado federal Marcel van Hattem (PL) e o deputado federal Ubiratan Sanderson (PL).
“Da orientação eleitoral: definir a construção de uma tática eleitoral conjunta com o PDT, e demais partidos do campo democrático, sob a liderança da companheira Juliana Brizola, como expressão política dessa estratégia no estado do Rio Grande do Sul. Entendemos que o companheiro Edegar Pretto é a liderança com maior legitimidade para liderar essa construção”, conclui a resolução.
Do lado oposto, Brizola deve enfrentar o deputado federal Luciano Zucco (PL), em uma aliança firmada com Novo, Podemos, PP e Republicanos. O atual governador, Eduardo Leite (PSD), apoiará a pré-candidatura do vice-governador, Gabriel Souza. Já o PSDB se lançará com uma chapa pura, formada pelo prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata, e pela empresária Betty Cirne.
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