Cientistas dos Estados Unidos, China e Coreia do Sul revelam que diversificar as atividades físicas — combinando treinos aeróbicos, de força e flexibilidade — reduz o risco de morte em até 19% e é mais eficaz para um envelhecimento saudável do que focar em uma única modalidade.
O que o estudo descobriu sobre variar o tipo de exercício?
A pesquisa, que acompanhou 110 mil pessoas por 30 anos, mostrou que quem pratica diferentes tipos de atividades físicas tem um risco 19% menor de morte por qualquer causa. Além disso, a redução no risco de morte por doenças específicas, como câncer e problemas cardiovasculares, variou entre 13% e 41% em comparação a quem faz apenas um tipo de treino.
Por que combinar exercícios é melhor do que fazer apenas um?
O envelhecimento atinge o corpo de várias formas, e cada exercício atua em um sistema diferente. Enquanto a caminhada fortalece o coração (aeróbico), a musculação preserva ossos e músculos (força), e o alongamento garante a mobilidade. Focar em apenas um deixa lacunas: quem só caminha pode perder força muscular, e quem só puxa peso pode perder a flexibilidade necessária para o dia a dia.
Qual é o tempo ideal de atividade física por semana?
Os melhores resultados para viver mais foram observados em quem dedica cerca de seis horas por semana a exercícios moderados (como caminhada rápida ou dança) ou três horas a atividades vigorosas (aquelas em que o esforço impede de manter uma conversa fluida). No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda pelo menos 150 minutos de atividade moderada ou 75 minutos de intensa semanalmente.
Quais combinações de exercícios podem ser feitas rotina?
Para ter uma vida equilibrada, não é preciso complexidade. Boas duplas incluem: caminhada com exercícios que usam o peso do corpo (flexões ou agachamentos); ciclismo leve com ioga ou alongamento; e dança combinada com treinos de equilíbrio. A regra de ouro é garantir que o corpo seja estimulado de maneiras diferentes ao longo dos dias, mantendo a constância.
Como quem está parado deve retomar os treinos?
A recomendação é começar com intensidade leve e focar na diversidade de movimentos. Pequenas sessões diárias já ajudam o corpo a se adaptar. Mais do que buscar recordes, o objetivo deve ser a funcionalidade e a independência na maturidade. Combinar exercícios deixa de ser apenas uma questão estética para se tornar uma estratégia de sobrevivência e qualidade de vida no futuro.
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