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Entre Washington e Pequim, a América Latina faz a escolha errada

Cristiane Arruda Por Cristiane Arruda
3 horas Atrás
Por Gazeta do Povo
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Entre Washington e Pequim, a América Latina faz a escolha errada

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Acabo de voltar de Lima, a capital do Peru, onde participei de uma conferência com empresários e acadêmicos locais sobre um dos temas mais importantes para o futuro da América Latina: como nossos países devem se posicionar diante da disputa entre China e Estados Unidos. A pergunta apareceu de várias formas, com diferentes tons e preocupações, mas sempre girando em torno do mesmo dilema: é preciso escolher um lado? Minha resposta foi simples: a pergunta está errada.

Existe um falso dilema que se espalhou pela região. O primeiro é o de que seria preciso escolher entre China e Estados Unidos, como se a região fosse obrigada a fazer parte de uma torcida. O segundo, igualmente enganoso, é o de que bastaria jogar com os dois lados ao mesmo tempo para extrair vantagens infinitas, sem custo estratégico algum.

Esse é o ponto que boa parte da região ainda não compreendeu, ou finge não compreender. Não se trata de defender o rompimento de relações econômicas com a China. Isso seria infantil, irreal e contraproducente. A China é um ator central no comércio global e continuará sendo. Diversos países mantêm relações intensas com os chineses sem, por isso, abrir mão de sua autonomia estratégica ou de seu vínculo político com o Ocidente. Negócios são negócios.

O problema começa quando negócios deixam de ser negócios e passam a ser instrumentos de alinhamento político, dependência tecnológica, vulnerabilidade institucional e captura estratégica. É aí que a discussão muda de natureza. E é exatamente aí que o Brasil está errando.

Sob Lula, o país deixou de tratar sua relação com a China como uma agenda comercial importante para tratá-la como uma espécie de projeto político. O governo petista não esconde sua disposição de aproximar o Brasil de Pequim em nome de uma visão ideológica de mundo, marcada por antiamericanismo, terceiromundismo reciclado e nostalgia de uma política externa que confunde pretensão retórica com grandeza real.

O resultado é grave. O Brasil não está apenas fortalecendo laços econômicos com a China. Está, aos poucos, se oferecendo como plataforma de projeção chinesa na América do Sul

Está permitindo que a lógica estratégica de Pequim encontre em Brasília não um parceiro soberano e cauteloso, mas um governo simpático, disponível e politicamente alinhado. Isso não é pragmatismo. Isso é subordinação disfarçada de autonomia.

Em nome da soberania, Lula conduz o Brasil a uma posição cada vez menos soberana. Ao transformar a China em eixo preferencial de sua política externa, o governo renuncia à tradição diplomática de equilíbrio, abandona a prudência estratégica e submete o interesse nacional à ideologia de um grupo político.

Os valores do Brasil não se confundem com os valores do PT. Os interesses permanentes do Estado brasileiro não podem ser sequestrados por um projeto partidário de poder, muito menos por uma visão de mundo moldada pelo ressentimento antiamericano da esquerda latino-americana.

Sob a ótica dos Estados Unidos, é mais do que legítimo interpretar esse movimento como hostil. Nenhuma grande potência assiste com indiferença à transformação do maior país da América do Sul em ponto de apoio para a influência política, econômica e tecnológica de seu principal rival estratégico.

Isso não é questão de suscetibilidade diplomática. É lógica de poder. E o próprio lulopetismo sabe disso. Basta lembrar o papel de Celso Amorim, o superchanceler do Brasil, sempre pronto a relativizar agressões alheias em nome dos chamados “interesses estratégicos” do “sul global”.

Foi exatamente esse raciocínio que apareceu quando Amorim e outros porta-vozes do lulismo sugeriram que era preciso “entender” a Rússia diante da Ucrânia e da OTAN. Segundo essa lógica, os interesses existenciais de Moscou justificariam, ou ao menos explicariam, de forma compreensível, a brutalidade de uma guerra de agressão. O simples fato de a Ucrânia desejar aproximar-se da União Europeia e pleitear ingresso na OTAN já teria sido suficiente, nessa visão, para tornar aceitável a paranoia imperial do Kremlin.

VEJA TAMBÉM:

  • A América Latina entre Trump-Monroe e o “futuro compartilhado” de Xi
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Pois bem: apliquemos ao caso latino-americano a mesma régua moral e estratégica usada por Amorim para relativizar Putin. Estaria o Brasil ameaçando os Estados Unidos ao se converter deliberadamente em plataforma para interesses estratégicos chineses no hemisfério? Estaria ampliando um quadro de hostilidade ao abrir espaço, direta ou indiretamente, para a presença política, tecnológica e até militar de China, Rússia e Irã na região?

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Se a reação russa à aproximação ocidental da Ucrânia foi tratada pelo lulopetismo como algo “compreensível”, por que a reação americana à infiltração de potências adversárias em sua área imediata de segurança seria apresentada como “violação de soberania”? Por que, quando Moscou invade, fala-se em contexto; mas, quando Washington reage politicamente, fala-se em imperialismo?

O problema do Brasil de Lula é justamente esse: exigir para seus aliados ideológicos uma compreensão estratégica que se recusa terminantemente a conceder aos Estados Unidos. Não há aí coerência diplomática, apenas militância travestida de política externa. E é essa militância que vai empurrando o Brasil, não para uma posição de autonomia, mas para a condição humilhante de instrumento de interesses extrarregionais.

Outros países da região parecem entender melhor essa diferença. Fazem negócios com a China, exportam, importam, negociam investimentos e mantêm canais abertos, mas sem converter seus países em instrumentos de uma agenda antiamericana. Sabem que é possível extrair vantagens econômicas de relações com Pequim sem transformar essa relação em compromisso ideológico, dependência estrutural ou parceria estratégica contra o Ocidente.

Foi isso que procurei explicar em Lima. A verdadeira escolha não está entre Estados Unidos e China, como se os países latino-americanos tivessem de vestir uma camisa e entrar em campo.

A escolha correta é outra: como lidar com cada lado sem perder a própria liberdade de decisão. Como fazer comércio com a China sem se ajoelhar diante dela. E como manter relações sólidas com os Estados Unidos sem cair em retóricas infantis de submissão ou revanche ideológica.

O erro da esquerda brasileira é imaginar que a geopolítica se parece com futebol. Para esse imaginário, há sempre um adversário a ser enfrentado, uma torcida a ser mobilizada e um lado “certo” a ser escolhido. O PT olha para o cenário internacional como quem entra em um estádio. E, nesse jogo, resolveu vestir a camisa de Xi Jinping.

Só que política externa não é arquibancada. Não se faz com paixão partidária, slogans de campanha ou reflexos ideológicos da Guerra Fria.

Política externa séria se faz com cálculo, prudência, interesse nacional e clareza sobre as ameaças que cercam o país

O Brasil, infelizmente, vai na direção oposta. Em vez de preservar margem de manobra, está rifando sua posição. Em vez de defender seus próprios interesses, está servindo aos interesses de um projeto externo. Em vez de agir como potência regional com responsabilidade estratégica, comporta-se como linha auxiliar de uma potência extrarregional.

Se continuar assim, o lulismo não levará o Brasil a nenhum protagonismo global. Levará o país à irrelevância estratégica, à dependência política e ao rebaixamento internacional. Em vez de conduzir o Brasil à primeira divisão da geopolítica, o PT corre o risco de empurrá-lo para a Série C.

Créditos Gazeta do Povo
*conteúdo reproduzido para propagação da informação. Todos os direitos de imagem, conteúdo, texto e pesquisa são pertencentes a Gazeta do Povo. Caso queria que seja encerrado a publicação, envie email para jornalismo@novafm96.com.br para retirar do ar.



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