Em um confronto direto entre os principais flagships do mercado móvel, o iPhone 18 Pro Max garantiu o primeiro lugar em autonomia ao superar o Galaxy S26 Ultra e o Pixel 11 Pro XL. A avaliação utilizou braços robóticos programados para executar rotinas idênticas nos três aparelhos, criando um cenário controlado e equilibrado para medir a resistência de cada componente energético.
Hardware e litografia favorecem modelo da Apple
Antes mesmo do início das atividades práticas, as especificações técnicas já apontavam uma disputa acirrada. O smartphone topo de linha da Apple chegou equipado com uma bateria de 5.567 mAh — a maior já implementada pela marca em sua história — associada ao novo processador A20 Pro, desenvolvido em litografia de 2 nanômetros.
Do lado da concorrência, o dispositivo da Samsung trouxe a plataforma Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto o modelo do Google apostou no chip proprietário Tensor G6, ambos construídos com arquitetura de 3 nanômetros.
Equilíbrio na rotina básica e liderança temporária da Samsung
Nos estágios iniciais, o consumo energético foi muito semelhante entre os três concorrentes. Tarefas cotidianas e leves, como troca de mensagens, chamadas de voz e verificação de e-mails, praticamente não geraram disparidade percentual.
O cenário começou a oscilar durante a navegação web, na qual o Galaxy demonstrou ligeira vantagem em eficiência. Além disso, no intervalo de 16 horas em modo de espera (standby), o iPhone consumiu aproximadamente 8% de sua carga, permitindo que o modelo da Samsung assumisse momentaneamente a dianteira.
A aproximação continuou durante o uso de GPS, execução de músicas, redes sociais e jogos. Nessa faixa, os representantes da Apple e da Samsung consumiram energia em ritmo similar, batendo a marca de 50% quase juntos, enquanto o celular do Google passou a demonstrar sinais de fadiga e ficou para trás.
Desafio em vídeo consagra vitória do iPhone
A virada definitiva ocorreu na etapa mais pesada da bateria de testes: a utilização intensa do aplicativo Snapchat, envolvendo captura contínua de câmera, gravação, reprodução e envio simultâneo de arquivos de vídeo. Sob essa alta demanda, o processador de 2 nm da Apple fez a diferença, consumindo menos energia e isolando o aparelho na liderança.
O Pixel 11 Pro XL foi o primeiro a se desligar totalmente, embora tenha registrado uma evolução notável frente à geração anterior, somando 1 hora e 17 minutos extras de funcionamento. O Galaxy S26 Ultra conseguiu resistir por mais 20 minutos após a queda do Pixel, mas também esgotou toda a sua energia enquanto o iPhone 18 Pro Max ainda exibia confortáveis 11% restantes no mostrador.
O desfecho evidencia que o tamanho bruto do tanque de energia não é o elemento isolado que define a durabilidade de um smartphone. A integração refinada entre hardware e software, somada ao processo produtivo dos semicondutores, permanece como peça-chave para garantir que o dispositivo passe mais tempo longe das tomadas.
Fonte: Portal Canal Tech




