Agricultores familiares de Naviraí estão aumentando a renda e superando o receio em relação ao uso de novas tecnologias no campo por meio do projeto “Hidroponia para Todos”, apoiado pela Fundect e pela Semadesc. A iniciativa levou capacitação, equipamentos e acompanhamento técnico a quatro propriedades rurais da região. O sistema hidropônico implantado permite o cultivo de hortaliças sem o uso do solo, com menor esforço físico e maior controle da produção. Cada família recebeu estruturas com capacidade para até 600 plantas por ciclo produtivo.
Após o período de treinamento, produtores passaram a comercializar alfaces em feiras, supermercados e programas de alimentação escolar. Segundo o coordenador do projeto, professor Daniel Zimmermann Mesquita, a simplicidade do manejo ajudou a quebrar a resistência inicial à tecnologia. O sucesso da iniciativa é evidenciado pela ampliação das estruturas com investimentos feitos pelos próprios agricultores. Para a Fundect, o projeto demonstra como a ciência aplicada pode promover inclusão produtiva e desenvolvimento social no meio rural. A ação integra a série “Fundect: MS ama Ciência”, que destaca os impactos dos investimentos públicos em pesquisa e inovação em Mato Grosso do Sul.
MILTON DE SÁ, de CAMPO GRANDE(MS)
Tem uma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta? Entre em contato com a equipe de jornalismo da Nova FM 96.1 pelo WhatsApp (67) 98111-7869. A identidade do informante é mantida em sigilo, conforme garantia prevista no artigo 5º, inciso XIV, da Constituição Federal.
Agricultores familiares de Naviraí estão aumentando a renda e superando o receio em relação ao uso de novas tecnologias no campo por meio do projeto “Hidroponia para Todos”, apoiado pela Fundect e pela Semadesc. A iniciativa levou capacitação, equipamentos e acompanhamento técnico a quatro propriedades rurais da região. O sistema hidropônico implantado permite o cultivo de hortaliças sem o uso do solo, com menor esforço físico e maior controle da produção. Cada família recebeu estruturas com capacidade para até 600 plantas por ciclo produtivo.
Após o período de treinamento, produtores passaram a comercializar alfaces em feiras, supermercados e programas de alimentação escolar. Segundo o coordenador do projeto, professor Daniel Zimmermann Mesquita, a simplicidade do manejo ajudou a quebrar a resistência inicial à tecnologia. O sucesso da iniciativa é evidenciado pela ampliação das estruturas com investimentos feitos pelos próprios agricultores. Para a Fundect, o projeto demonstra como a ciência aplicada pode promover inclusão produtiva e desenvolvimento social no meio rural. A ação integra a série “Fundect: MS ama Ciência”, que destaca os impactos dos investimentos públicos em pesquisa e inovação em Mato Grosso do Sul.
MILTON DE SÁ, de CAMPO GRANDE(MS)
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